Diabetes


A diabetes, também chamada "diabetes melittus" é uma doença crônica não-transmissível, caracterizada pelos elevados níveis de glicemia na circulação sanguínea – ou seja, há muita glicose (açúcar) no sangue.

Em decorrência da glicemia cronicamente elevada, com o tempo a diabetes pode levar a efeitos devastadores como perda de visão, amputações e infartos. É uma doença que muitas vezes se instala silenciosamente, só sendo detectada quando já está em estado avançado.

Atualmente, é uma das enfermidades que mais mata no mundo. No Brasil são mais de 11 milhões de pessoas diagnosticadas (quase 9% da população) – e estima-se que o número de não-diagnosticadas seja da ordem de dezenas de milhares. A previsão da Federação Internacional da Diabetes é que até 2035, o Brasil tenha mais de 19 milhões de diabéticos.

A situação é sombria, mas há saída! Depois de anos de pesquisa, com base em estudos de alto nível de evidência científica, desenvolvi o método que apresento aqui. O ponto de partida é o mais simples possível: uma mudança de estilo de vida, que não preconize os medicamentos acima de tudo!


  •   Conheça o meu método!  

  • A medicina reconhece hoje algumas formas de diabetes:


    • Tipo 1: também conhecida como "diabetes infantil", é caracterizada por falha pancreática. O não-funcionamento (ou mal-funcionamento) do pâncreas implica na redução ou na parada da produção de insulina, fazendo com que a glicose (açúcar) acumule-se na circulação. Os pacientes são geralmente magros, e precisam de injeções de insulina.
    • Tipo 2: também conhecida como "diabetes do adulto", é caracterizada por resistência à insulina. O pâncreas funciona produzindo insulina, mas as células do paciente não respondem ao hormônio, e por isso não permitem que a glicose seja absorvida – o que leva ao acúmulo desta na circulação. Na tentativa de conseguir tirar a glicose do sangue, o pâncreas produz cada vez mais insulina, gerando ainda mais complicações: obesidade, retenção de líquidos (inchaço), aumento do risco cardiovascular e de cânceres... Se a resistência à insulina for demasiada, com o tempo o pâncreas pode vir a falhar, fazendo com que o paciente torne-se também dependente de insulina. É o tipo mais comum de diabetes, chegando a mais de 95% dos casos. Os pacientes são tipicamente obesos.
    • Tipo 3 ou Mal de Alzheimer: esse é ainda um assunto controverso na medicina. Diversos médicos já se referem ao Alzheimer como diabetes tipo 3, porque uma das características dele é a resistência à insulina nas células cerebrais. Alzheimer e diabetes estão fortemente correlacionados!
    • Gestacional: é considerada uma forma menos maligna da diabetes. Mulheres podem ter os níveis de resistência à insulina alterados durante a gravidez, o que pode gerar complicações no parto e na saúde do bebê – mas essa diabetes costuma desaparecer após o encerramento da gravidez

    O diabetes afeta a raça humana desde a época dos faraós: já foram encontradas múmias que tinham sinais clássicos de diabetes tipo 2. No entanto, somente no século XX os números da doença começaram a crescer significativamente – e a partir da década de 80, explodiram

    Hoje, 1 em cada 4 pessoas tem ou vai ter diabetes até o fim da vida – mas você pode evitá-la ou controlá-la perfeitamente, usando o método que desenvolvi!

    Já há mais de 12.000 pessoas que adotaram as minhas recomendações. Destas, um grande número conseguiu reverter a sua diabetes e deixou de tomar medicamentos! Muitos outros reduziram drasticamente as doses, gerando mais qualidade de vida e menos gastos!


  •   Mude sua vida também!  
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